terça-feira, 13 de julho de 2010

13 de julho - Dia do Rock porra!!!!

Hoje resolvi postar somente porque é o Dia do Rock. E já que estamos numa data comemorativa farei um post especial, um pouquinho mais agressivo que o normal.

Pra começar rock não é um estilo musical, rock é um estilo de vida, é um traço da personalidade que nasce com a pessoa, e não adianta tentar modificar isso. É a mesma coisa que uma pessoas ser organizada, ansiosa, nervosa, esportista, carismática, depressiva, calada, falastrona. É algo que vem de berço. Uma pessoa que nasce rock fica rock pro resto da vida, mesmo ouvindo sertanejo e samba.

Se voce não nasceu rock e tenta ficar rock, voce não fica rock, fica escroto! E pra provar isso segue o link do vídeo da família restart:

http://www.youtube.com/watch?v=2s1w2NZrioE

Vamos começar analisando o título do texto:

Crianças se rebelam com cancelamento de show PUNK!

Punk?

Que punk?

Só se for Punk, a levada da breca! ( a galera da minha idade lembra dela)

Pra começar, quem falou que o rock é colorido? Que porra é essa? A única coisa colorida que é rock é o programa da Xuxa, porque a Xuxa tem pacto com o demônio, e pacto com o demônio é coisa de rockeiro!

Uma outra característica dessa galera é essa viadagem desnecessária. Todos nós sabemos que muitos astros do rock são gays. Mas ser gay é uma coisa, ser bichinha louca de rodoviária é outra!

Uma outra coisa que me irrita são essas letras mela cueca das bandas atuais. Isso não é rock, é sertanejo com a guitarra um pouquinho mais distorcida.

Mas os rockeiros num falam de amor?

Falam sim, mas de forma diferente. O sertanejo chora! O rockeiro bebe, fuma, cheira, come uma puta e tem uma overdose. Eles lidam com a desilusão amorosa de forma diferente.

Vai ae um exemplo de letras de um rock e um sertanejo disfarçado de rock:


Restart - Levo comigo


E eu quis escrever uma canção

Que pudesse te fazer sentir

Pra mostrar que o meu coração

Ele só bate por ti

Como uma bela melodia pra dizer

O que eu não consigo explicar

Como uma bela melodia pra você ver

Tudo o que eu queria te falar

E dizer que é você que pode me mudar,

que pode me salvar


Raimundos - Cintura fina


Aquela mulher

que tem a cintura fina

quero me casar com ela

Pra que tudo na minha vida aconteça de verdade

Não me importa o planeta, o país ou a cidade

pra parar de acompanhar e se importar com gente estúpida

Aquela mulher

que tem a cintura fina

quero me casar com ela

Pra socar minha piroca dia e noite noite e dia

Pra comer ela na cama e na cozinha em cima da pia

Pra parar de cheirar aquela xereca suja

Como voces podem perceber, a idéia é a mesma: a busca pela pessoa amada (bonito isso não?). Mas a abordagem é um pouquinho diferente.

Eu ando com bastante bom humor ultimamente, e um pouco esperançoso.

Talvez o rock ainda num tenha morrido, só esteja em coma, vítima de alguma doença colorida, e talvez também algumas bandas estejam inventando a cura pra isso. E enquanto essa cura não acontece temos o Queens of the Stone Age, o Pearl Jam, a volta do Alice in Chains e do Soundgarden, o Ozzy lançando disco novo, o Jerry Cantrell, o Rob Flynn, o Zakk Wylde, Dave Grhol e tantos outros mais mantendo pelo menos os aparelhos funcionando para que o rock consiga pelo menos respirar artificialmente nesses momentos complicados.

Segue ae um link de um vídeo que me inspirou bastante nesse texto, de um cara que virei fã. O nome dele é Felipe Neto e eu realmente curti o ponto de vista e a forma como ele fala dessas merdas todas!

http://www.youtube.com/watch?v=KCnouVHROPo&feature=related

Vou ficando por aqui hoje, abraço a todos, saudações tricolores e vida longa ao Rock, que ainda se encontra em estado grave!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O Rock morreu, mas os rockeiros dominam a cena!

Um pouco paradoxal esse título não?

Vou tentar explicar, mas acho que vai ser um pouco confuso essa viagem toda...

O rock, desde seus primórdios, foi maldito, polêmico, contestador, marginal, barulhento, do demônio, e por ae vai.

Fico me perguntando hoje onde foi parar tudo isso, porque entre razões e emoções eu acabo sempre me perguntando o que está acontecendo quando vejo alguma nova banda na grande mídia.

A verdade é que por tudo isso que eu citei o rock cresceu de uma forma tão grande que se tornou o estilo musical mais popular do mundo até hoje, se subdividindo em subgêneros que eu e o resto do mundo provavelmente já perdeu a conta. Vou tentar lembrar alguns já que não estou fazendo nada:

Rock, punk, metal, harcore, hard rock, heavy metal, death metal, grind metal, doom metal, stoner rock, sludge, grind, metalcore, splatter, grind, grunge, new metal, emo, screamo, rock pop, britpop, industrial, gótico, progressivo, entre outras.

Citei alguns estilos ae que nem tenho certeza se são estilos, Isso me deixa confuso. Fiquei velho e não acompanhei toda essa "evolução".

Uns amigos meus de São Paulo desenvolveram uma excelente teoria de que só existem na verdade 2 tipos de rock: o Rock Caveira e o Rock Pelúcia.

Prefiro hoje usar essa divisão. Fica bem mais fácil.

Acredito que o rock, mais do que um estilo musical é um estilo de vida, algo inerente a certas pessoas. O Tim Maia por exemplo era muito mais rock do que 90% das bandas de rock atuais

Mas voltando ao assunto onde o rock se tornou popular, acabou-se criando padrões pro rock, fórmulas para o sucesso, o que acaba sendo controverso, já que na sua origem a idéia parecia ser sair dos padrões.

Existe um guia de como se fazer música para vender, que se estende ao rock, com regras do tipo:

- A música precisa ter em média 3 minutos senão a rádio e a MTV não tocam.

-O primeiro refrão tem que começar até os 30 primeiros segundos.

-Se é aqui no Brasil, precisa ser cantado em português.

Essas são apenas algumas delas, sem esquecer é claro do visual que tem que ser condizente com a época/estilo.

Claro que, como sempre, pra toda regra existem excessões, e essas excessões são na sua maioria interessantes.

Eu não estou falando que as músicas feitas dentro desse padrão são ruins, pelo contrário, gosto de muita coisa, afinal adoro pop e rock pop (Quem já viu minha satisfação ao ouvir Decode do Paramore sabe do que estou falando).

O que me incomoda é o fato da maioria das pessoas achar que isso seja o verdadeiro rock, sendo influenciado pela tv, e hoje principalmente, pela internet.

A internet que era pra ser o maior veículo de informação acabou se tornando o principal meio de alienação. E o mais contraditório é que na internet é onde estão as bandas/artistas mais legais de hoje em dia. Basta procurar! O rock sobrevive no underground! Quando digo que o rock morreu, eu me refiro a grande mídia. Se bem que nem aí ele morreu, só está em coma, e temos o Queens of the Stone Age por exemplo, pra provar que nem tudo está perdido!

Uma outra coisa que gostaria de dizer ainda sobre essas regras:

Sempre entro em discussões acaloradas em relação a cantar em português ou inglês. Nesse ponto entro um pouco mais na parte técnica da coisa, relacionada ao áudio e a mix de um modo geral.

A fonética, a pronúncia da língua inglesa permite que mixemos a voz mais enterrada nas guitarras, na base de um modo geral, dando uma característica mais pesada, mais rock. Em português quase sempre é necessário destacar um pouco mais a voz pra que fique mais inteligível, dando uma característica mais pop. Eu particularmente prefiro a primeira opção. Quanto ao fato de nem todos entenderem inglês, ninguém precisa dominar a língua pra saber que o Phil Anselmo ta puto com alguma coisa quando se ouve qualquer música do Pantera (hehehehe - risos maldosos).

Mas então onde estão os rockeiros que não se preocupam com essas fórmulas e ainda assim trabalham com música?

Essa é fácil de responder!

Estão lá no backstage (área atrás do palco, onde é preparado o show, onde ficam os camarins) dominando a cena! E isso eu falo por experiência própria! Quando trabalho em algum grande festival, com várias bandas, lá estão atrás do palco os cabeludos/tatuados/mal encarados! São eles os roadies, técnicos, produtores, seguranças, e por ae vai. Porque músico rockeiro hoje tem que ser bonitinho, arrumadinho e falar de amor!

E quanto a mim?

Bom, eu também to lá no backstage ou na house mix, fazendo o som das bandas.

E nas horas vagas eu faço meu rock, sem me preocupar com os 3 minutos, com o refrão ou com o idioma. Toco o que me agrada, podendo ou não estar dentro desses padrões! To muito calvo pra ainda sonhar em ser um rockstar (hehehehe - risos muito maldosos)!

Pra quem quiser conhecer o trabalho da minha banda Magnolia's Devil :

http://www.youtube.com/watch?v=PLaHVRO4gAg

Vou ficando por aqui, mas volto pra conferir as várias críticas negativas da minha extensa lista de 16 seguidores!

Abraços a todos os rockeiros e rockeiras!!!!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Tem que ser o técnico da casa!

Escolhi essa frase pro título porque é uma das que eu mais escuto.

Mas além dessa vou citar outras:

"A banda não pode trazer técnico!"

"Dá pra fazer com o som da casa, o DJ faz sempre!"

"Tem um cara lá que sempre faz o som!"

"To achando meio caro pra um técnico de som..."

No meu primeiro post falei sobre as bandas começarem a entender a necessidade de um técnico. Falta agora as casas noturnas e empresas perceberem. Claro que isso não é geral, de forma alguma. Mas ainda existe essa mentalidade. Do tipo "o equipamento é bom, coloca qualquer um pra fazer, a mesa até mexe sozinha!"

Ou então a casa em questão diz que a banda não pode levar o técnico. Já viu alguma casa falar que não pode levar o baterista, tem que fazer o show com o baterista da casa? Não estou comparando o músico ao técnico, mas a verdade é que cada um tem sua função; músicos, técnicos, roadies, produtores...

Dependendo da banda/show, o técnico funciona como um outro músico, disparando efeitos, loop ou o que quer que seja na hora certa, como um músico precisa fazer as notas na hora certa.

Agora, de quem é a culpa dessa mentalidade?

Questão difícil...

Primeiramente tem o lado financeiro, que eu acho que dever ser o principal. Acham caro pagar um técnico competente, preferem um curioso mesmo que trabalha por qualquer coisa, ou que trabalha até de graça só pra estar na zoeira. Tipo: "Deixa eu entrar de graça que eu fico no som!". Mas também tem o fato de talvez as pessoas envolvidas talvez não perceberem a diferença. E isso é outra coisa que me deixa MUITO PUTO!!!!

É muito chato ter pessoas envolvidas no meio só pela grana, pelo status, por que tem canal...Não gosto de trabalhar com essas pessoas.

Eu particularmente acho que o requisito básico pra estar no meio é amar a música, amar o que faz, ter prazer em ver e ouvir um belo show, ver a coisa toda acontecendo da melhor forma possível.

Eu hoje em dia realmente escolho meus trabalhos de forma mais seletiva e não faço qualquer coisa. Isso pode parecer um pouco de prepotência (hehehe), mas fazendo isso eu trabalho melhor, mais feliz, e os resultados do meu trabalho tem sido cada vez melhores. Eu tenho muito orgulho de trabalhar com as pessoas e bandas com as quais trabalho. Elas tem realmente essa preocupação de fazer o melhor possível pra que sua MÚSICA soe bem. Fazem com amor. E essas são as pessoas com as quais eu quero trabalhar. E quero que esse show sirva de exemplo para aqueles que acham que tudo se resume somente em zoeira e/ou dinheiro.

Gostaria muito que essa mentalidade se torna-se coletiva (coletivo, hehehe) e to fazendo o possível pra que a boa música seja sempre a atração principal!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Um adendo à minha última postagem

A Adriana, minha mãe de aluguel, fez um comentário a respeito dos filmes dublados que eu não havia pensado.
Existem também os portadores de algum tipo de deficiência que precisam da dublagem. Eu não havia pensado nisso.
Peço desculpas, já que nesse caso a dublagem é necessária.
Obrigado Adriana pelo comentário e depois eu volto.

Abraços!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Filmes dublados e o assassinato da língua portuguesa

Numa noite dessas, procurando algo pra ver na tv, passei pela hbo2 e estava passando um comercial da série Sex and The City dublado. Achei estranho e continuei assistindo. Então entra a voz do locutor: “HBO 2 a partir de junho totalmente em português!”.

Não acreditei! Pensei comigo mesmo: "Até a HBO?"

Já havia parado de assistir a Fox pelo mesmo motivo. Não assisto filmes e séries dublados de jeito nenhum! E não é "americanismo", nem tenho nada contra a arte de dublar, pelo contrário, respeito e admiro em alguns casos.

Não assisto por um simples motivo: sou apaixonado por áudio, e admiro artes em geral. Assistir um filme dublado pra mim é como se os atores usassem máscaras que escondessem as expressões faciais. Ele tá ali falando, mas aquela voz não é dele!. Perde toda a interpretação. Imaginem por exemplo Sean Connery, que uma de suas principais características é o forte sotaque britânico. Como transpor isso na dublagem? O mais próximo que imagino é colocar uma dublador falando o português de Portugal ora pois! Fora que todo o áudio do filme, o som ambiente em si cai muito, fica lá no fundo, perde os detalhes.

Dublado mesmo só consigo mesmo assistir desenhos (por motivos óbvios: não são atores). A dublagem de Cavaleiros do Zodíaco por exemplo é ótima. Dizem que é até melhor que a original em japonês. Simpsons também tem uma dublagem excelente. E também assisto documentários, onde o importante não é a interpretação, e sim a informação.

Então me resta o download! Não vou dar uma de politicamente correto! Faço downloads sim, e por 3 motivos básicos: a série (ou filme) não passa no Brasil ou passa em algum canal que não tenho; passa no Brasil com mais de um ano de atraso; e, claro, passa no Brasil, passa em algum canal que eu tenho, mas passa DUBLADO!

Voltando ao comercial da HBO fiquei me perguntando porque tantas emissoras de tv por assinatura estão se rendendo a dublagem. E a resposta está aqui na minha frente, na aba ao lado: o orkut claro!! Não só o orkut, mas o facebook, o msn, o twitter, o fotolog, e por ae vai...

Deixe-me explicar!

Cada vez que acesso o orkut, seja pra saber os novos lançamentos em áudio ou pra saber as notícias do Fluzão, me deparo com os erros de português mais grotescos do mundo. Fora o orkutês, os naum, tbm, qdo, xau, msm, dps, bju, hj,...

Parece que as pessoas não sabem mais escrever; sendo assim também não sabem ler. Por isso os filmes dublados!!!

Eu sei que o português é uma lingua difícil, complexa, e nem todo mundo precisa ser um Prof. Pasquale. Esse meu texto mesmo deve ter um monte de erros. Mais eu axu issu orrivel!!!!

Agora, falando sério, como uma ferramenta como a internet, com tudo que ela oferece em informação foi se transformar nisso. Acho que as pessoas hoje tem simplesmente preguiça de ler a legenda! Ou realmente não entendem mais a lingua portuguesa!

Eu gostaria de sugerir a grande industria cinematográfica que ao lançarem os DVDs, colocassem também além das opções clássicas de dublagem, legendas em orkutês e miguxês. Porque assim fica mais fácil pra ler!

Fica ae a dica!

Abraço a todos!

domingo, 30 de maio de 2010

As coisas mudam...e as vezes pra melhor.

Nunca tive ambições de ser jornalista ou mesmo ter um texto publicado. O fato é que ontem, saindo de um show que operei o som, no savana, na madrugada, me dei conta de algo que eu gostaria de falar a respeito.

Há 8 anos trabalhando como técnico de som, viajando pra todo lado, eu nunca trabalhei com tanta frequencia aqui em Petrópolis, e por um simples motivo: a consciencia profissional de musicos e bandas novas.

Isso mesmo. Não são trabalhos pra empresas, boates, casas noturnas ou músicos experientes e consagrados. Sào trabalhos pra bandas novas, independentes, recém saídas da garagem, gravando seus primeiros trabalhos. Nunca antes havia visto na cidade um comprometimento nesse nível dos artistas com seus shows, seus trabalhos, e olha que to nesse meio há um bom tempo.

E o fato mais engraçado é que alguns desses trabalhos são nos mesmos lugares em que trabalhei antes como técnico do local, e agora trabalho como técnico da banda. E o que muda são principalmente as frases que eu escuto. Se antes eram “faz com o que tem ae!”, “se o DJ toca a banda pode tocar tambem!”, agora ouço desses músicos novos e inexperientes: “o equipamento da casa é suficiente pra fazer o show?” “Precisamos trazer mais o que?”, “o público vai ouvir bem o nosso som?”. Se antes o cache da banda era comida e bebida liberada, hoje eles se preocupam em ter o cache pra alugar o equipamento necessario, transportar esse equipamento, e ter um técnico pra ligar e operar esse equipamento.

E não é só isso. Cada vez mais percebo o investimento nos instrumentos, no estudo dos seus intrumentos, no conhecimento da tecnologia envolvendo programações, efeitos, e por ae vai…

Começo a ver uma luz no fim desse túnel. Depois de muito tempo vendo shows com microfone de videoke e auto-falante automotivo, parece que essa geração nova veio realmente pra trabalhar sério e mostrar seu trabalho. Esses músicos novos e inexperientes estão dando aula de profissionalismo pra muitos artistas experientes e consagrados da cidade.

Porque um blog agora?

Exatamente isso que estou pensando.
Porque estou criando um blog?
Nunca me imaginei tendo um blog, muito menos escrevendo coisas pra serem postadas.
Mas as coisas estão mudando muito pra mim. De forma muito rápida. E nesse turbilhão de coisas que passam pela minha cabeça gostaria de compartilhar algumas coisas com os amigos ou a quem possa interessar. Simplesmente senti vontade de escrever.
Estou lembrando de uma sexta qualquer aqui em casa com os amigos, estava falando pro B. Bleik, um amigo meu do Rio, sobre os paraglyders, as rockeirinhas problemáticas, as metaleiras cachaceiras, os metaleiros legião urbana, e outros tipos que encontramos por ae, e ele, entre uma gargalhada e outra, disse que eu deveria escrever sobre isso. Parece que a idéia ficou registrada na minha cabeça e veio a tona agora. Mas essa história vai ficar pra outra ocasião porque preciso dormir. Amanha acordo cedo pra trabalhar. E antes disso colocarei um texto que escrevi hoje, mas foi algo que ja vinha pensando e ontem a idéia ficou mais clara.
Abraço a todos e boa noite!